A Goodmylk, startup de laticínios plant-based indiana, levantou US$ 1 milhão em uma rodada seed que foi estendida. 

Os investidores foram o fundo Sustainable Food Ventures (SFV), VegInvest e Ice Breaker (através da Angellist). Também teve investidores anjos como Aditya Agarwal, Jinisha Sharma, Victoria e Abhishek Shroff. 

A marca oferece produtos como leite, manteiga, coalhada (feita com amendoim), maionese vegana, queijo cheddar, parmesão, entre outros. “Não há produtos, subprodutos ou derivados de origem animal nesses alimentos. Não acreditamos em fazer mal aos animais de forma alguma”, afirma a empresa.

O co-fundador e CEO da Goodmylk, Abhay Rangan, falou ao Your Story: “Estamos entusiasmados em receber a bordo mais apoiadores alinhados à missão para ajudar a dimensionar o papel da Índia no espaço de proteínas alternativas massivamente transformadoras. Nosso objetivo é ajudar a aumentar a segurança alimentar e auxiliar todos a terem acesso a produtos mais sustentáveis ​​e éticos que são bons para todo mundo”. 

Quem também deu uma declaração ao veículo foi Radhika Datt, diretora financeira da empresa: “Este levantamento de fundos sinaliza a crescente aceitação do espaço baseado em plantas. Os consumidores só podem fazer melhores escolhas quando elas estão disponíveis e é para isso que estamos aqui”. 

Com o valor a marca tem o objetivo de aumentar seu portfólio de produtos e a distribuição de seus alimentos na Índia, tornando-os mais acessíveis para o consumidor.

Startup de laticínios plant-based
Imagem: Divulgação Goodmylk

Sobre a startup de laticínios plant-based 

A história da Goodmylk começa com um jovem empreendedor no ano de 2016. 

Abhay Rangan tinha 19 anos e estava no meio de uma campanha de conscientização pelos direitos animais até que uma pessoa disse para ele que as alternativas veganas eram caras, por isso, não queria ser vegano. 

Pensando que seria bom ter alternativas baseadas em plantas para os alimentos de modo a facilitar a transição para essa dieta (mesmo que não seja necessário para ter uma alimentação plant-based), o empreendedor conversou com a família e lançou a marca com sua mãe. 

Começaram com a coalhada de amendoim em casa e em 2018 levantaram a primeira rodada seed. Isso permitiu a instalação de uma manufatura comercial para produzir o produto. Ademais, em 2019, chegou a co-fundadora Radhika Datt para o time da Goodmylk com o objetivo de solidificar a estrutura da empresa.

Uma curiosidade é que a startup também está entrando no mercado de beleza. No começo de 2021, realizaram uma parceria com a The Switch Fix para produzir um shampoo em barra, sem embalagem plástica, vegano e plant-based. 

O consumidor pode comprar os produtos da empresa a parte ou fazer uma assinatura do alimento que mais consome.

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*Imagem de capa: Divulgação Goodmylk (via Green Queen)



por Amanda Stucchi em 9 de setembro