A banda americana de rock, My Chemical Romance, lançou uma linha de maquiagem vegana e cruelty free em parceria com a HipDot, a empresa tem o selo vegano e cruelty free da PETA, comprovando que não testa em animais. Ela também não utiliza parabenos, talco, ftalato ou olhos minerais em seus produtos.

A inspiração para essa linha de maquiagem vegana veio do álbum da banda chamado: “Danger Days: The True Lives Of The Fabulous Killjoys”, e inclui um conjunto de delineador branco duplo, quatro batons líquidos, um pote de primer branco e sombras. Uma curiosidade é que os batons usam a flor de cacto do deserto para ter propriedades nutritivas e hidratantes. 

A HipDot anunciou essa novidade em um post publicado no Instagram, dizendo: “Fãs do MCR, ouvimos vocês em alto e bom som! Derramamos nossos corações nesta colaboração e esperamos que todos gostem do nosso primeiro lançamento oficial somente para pré-venda. Seu amor e apoio significam o mundo para nós e não estaríamos aqui sem você!”. Também dizendo que os fãs poderiam reservar sua Edição Limitada #HIPDOTxMCR 2, um conjunto para colecionadores feito por encomenda. 

Os clientes podem fazer a pré-encomenda a partir de 22 de julho, com a duração de uma semana. Entretanto, infelizmente, não é possível o envio para o Brasil, já que a marca disse em seu post que só enviarão para os Estados Unidos, Austrália, Canadá, Reino Unido, Alemanha, Irlanda e Holanda. 

Linha de maquiagem vegana My Chemical Romance
Imagens: Divulgação HipDot

A primeira linha de maquiagem vegana foi lançada no ano passado

A banda, iniciada nos anos 2000 nos Estados Unidos, possui quatro integrantes com alter-egos, sendo os seguintes: Party Poison (Gerard Way), Jet-Star (Ray Toro), Fun Ghoul (Frank Iero) e Kobra Kid (Mikey Way).

Já haviam lançado uma coleção de maquiagem vegana e cruelty free em dezembro de 2020, chamada de “The Three Cheers for Sweet Revenge”. Os produtos esgotaram em um único dia. 

Em uma entrevista para a PETA, o integrante Gerard Way relatou que a banda sempre foi contra os testes em animais e a crueldade animal, também contando sua experiência no ensino médio, onde os professores puniam os alunos que se recusavam a dissecar animais. 

Ele apresentou alternativas para os estudantes não terem de dissecar os animais, já que existem outros métodos para aprender, falando para as crianças irem até seus pais, ao orientador, contatar a PETA ou falar com o diretor: “Se você não quer fazer isso, dê as pessoas uma boa razão, ativismo é se expressar”, disse. 

A PETA também sinalizou em um trecho na página: “Milhões e milhões de animais são assassinados a cada ano apenas para que você possa passar pela experiência nojenta de dissecar cadáveres na aula de biologia”, apontando esse problema. 

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por Amanda Stucchi em 21 de julho